O ÚNICO COM O PODER DOS PROBIÓTICOS
Bion3 para combater a fadiga

FÓRMULA ÚNICA


O único com o poder dos probióticos

Bion®3 é um suplemento vitamínico e mineral, com uma fórmula balanceada, apresentando 12 vitaminas e 8 minerais, que ao ser consumido, diariamente, auxilia na ingestão dos níveis mínimos recomendados, auxiliando em uma dieta equilibrada.

Além disso, ele é o único multivitamínico associado a um probiótico (Lactobacilus acidophilus-LA 14), em um único comprimido, que garante uma melhor absorção e aproveitamento desses micronutrientes por meio de uma flora saudável garantindo mais energia e mais imunidade.

Os probióticos, por sua vez, quando ingeridos diariamente nas quantidades adequadas (o que é garantido em Bion®3, que oferece 108 UFC por tablete), ajudam no bom funcionamento intestinal, contribuindo, também, para um melhor estado nutricional; atuam na melhora da imunidade, podendo prevenir a infecção por micro-organismos patogênicos e, segundo o que mostram estudos mais recentes, podem auxiliar no metabolismo energético.1-5

No que diz respeito a efeitos específicos à saúde, destacam-se na associação de vitaminas, minerais e probióticos à imunomodulação, como demonstraram Winkler et al. (2005), num estudo com quase 500 homens e mulheres saudáveis. Os voluntários foram divididos em grupos, diferenciados pela administração de um suplemento polivitamínico, mineral e probiótico, ou de placebo, por um período de 3 ou 5,5 meses.

No grupo que consumiu o suplemento foi verificada uma melhora na resposta imunológica do trato respiratório, tendo sido observados, ainda, redução da gravidade dos sintomas de gripe e aumento significativo da contagem de células imunológicas (leucócitos, linfócitos e monócitos).

Hoje em dia, com a tecnologia atual , é sabido que a manutenção de altas populações de células probióticas viáveis em alimentos como queijos e iogurtes nem sempre é uma tarefa simples. Muitos fatores podem influenciar a viabilidade dos probióticos em alimentos, como, por exemplo, acúmulo de ácidos orgânicos, interação com culturas starter, presença de oxigênio, variações nas condições de armazenamento, dentre outros.

A vantagem de Bion®3 é que ele fornece o probiótico Lactobacillus acidophilus LA-14 em forma de comprimido, associado a vitaminas e minerais.

O poder dos probióticos EM COMPRIMIDOS Probióticos em comprimidos possuem vantagens sobre probióticos encontrados em alimentos, como, por exemplo: não têm calorias, não precisam ser armazenados sob refrigeração, não precisam ser transportados em recipientes específicos, apresentam uma durabilidade maior quando comparados aos produtos alimentícios fontes de probióticos.

Vitamina A

O termo “vitamina A” inclui diferentes compostos, tais como o retinol (vitamina A pré-formada), o ácido retinoico, retinil-ésteres e os carotenoides. Todos esses são classificados como vitaminas lipossolúveis e apresentam variadas funções. O retinol é necessário para que os olhos possam traduzir a luz em sinais neurais necessários para a função visual normal; o ácido retinoico é necessário para a manutenção da diferenciação da córnea e das membranas conjuntivais, prevenindo a xeroftalmia; o ácido retinoico é requerido na regulação da expressão de vários genes que codificam proteínas estruturais, enzimas e receptores (Otten et al., 2006).

Existem mais de 600 formas de carotenoides na natureza, muitas deles com atividade nutricional de vitamina A, sendo convertidos em vitamina A no corpo humano, onde apresentam funções de melhora do funcionamento do sistema imune, redução do risco de degeneração macular e catarata e prevenção de eventos cardiovasculares. (Otten et al., 2006).

A deficiência de vitamina A pode ser considerada significativamente no Brasil (Ministério da Saúde, 2009). A consequência principal e mais específica é a xeroftalmia, processo de ressecamento irreversível da conjuntiva e da córnea, mas que responde rapidamente ao tratamento com vitamina A. Também pode ser observada uma queda na função imune, acompanhada do aumento do risco de morbimortalidade infecciosa, na presença de deficiência de vitamina A (Otten et al., 2006).

Bion®3 apresenta diversas vitaminas do Complexo B

Essas vitaminas compõem um numeroso grupo de vitaminas hidrossolúveis, tais como a tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), niacina (vitamina B3), piridoxina (vitamina B6), cobalamina (vitamina B12), ácido pantotênico, ácido fólico e biotina. A maioria delas apresenta uma função comum: a participação no metabolismo energético, sendo fundamentais para a extração de energia dos alimentos ingeridos, bem como para sua utilização e seu armazenamento pelas células (Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

A vitamina B1 funciona como cofator na conversão de carboidratos em energia, além de ser necessária à função muscular normal, incluindo a do músculo cardíaco. Sua deficiência relaciona-se ao desenvolvimento de beribéri, que pode se manifestar como edema ou perda da massa muscular, podendo promover falha cardíaca repentina em crianças. (Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

A vitamina B2 atua como coenzima em diversas reações de oxirredução, tanto como catalisadora de reações diversas como em vias metabólicas de produção de energia na cadeia respiratória (componente das coenzimas FAD e FMN). A deficiência de vitamina B2, normalmente, não está sozinha, geralmente, é acompanhada por outras deficiências, como as de vitamina B6 e niacina. Os principais sinais e sintomas da deficiência incluem inflamação de garganta, edema de faringe e mucosa oral, queilose, estomatite angular, dermatite seborreica e anemia normocítica.

A vitamin B3 é conhecida com diversos termos: “niacina” se refere à nicotinamida, ao ácido nicotínico e seus derivados, e essa vitamina também atua como cofator na cadeia respiratória, convertida a NAD e NADP, atuando na extração de energia dos alimentos. O aminoácido triptofano também é, em parte, convertido a nicotinamida, contribuindo para o alcance de suas necessidades diárias. A pelagra é a forma clássica de deficiência de niacina, caracterizada por erupções pigmentadas na pele, vômito, constipação ou diarreia, língua vermelha brilhante, depressão, apatia, dor de cabeça, fadiga e perda de memória. (Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

A vitamina B6 compreende um grupo de seis compostos relacionados: piridoxal, piridoxina, piridoxamina e seus derivados. Esses compostos atuam como cofatores de cerca de 100 reações enzimáticas diferentes, principalmente aquelas relacionadas ao metabolismo de proteínas, aminoácidos e glicogênio. Sua deficiência não é comum e tem como sinais e sintomas a dermatite seborreica, anemia microcítica (por redução da produção de hemoglobina), convulsões, depressão e confusão mental. (Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

A vitamina B12 é umas das vitaminas mais estudadas e comentadas em consultórios medicos; é fundamental para o metabolismo de carboidratos e gorduras, bem como para a síntese de proteínas. Essa vitamina interage com o metabolismo do ácido fólico e sua ingestão adequada é fundamental à produção normal de sangue e à função neurológica normal. Sua deficiência tem conseqüências hematológicas (anemia perniciosa, que inclui fraqueza, fadiga, falta de ar e palpitações), neurológicas (formigamento e dormência nas extremidades, perda de concentração, prejuízo à memória, desorientação e demência) e gastrintestinais (feridas na língua, perda de apetite, flatulência e constipação). (Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

O ácido pantotênico, também conhecido como B5, desempenha um papel essencial no Ciclo de Krebs, responsável pelo metabolismo de macronutrientes, já que é componente da coenzima A. Essa coenzima também está envolvida na síntese de ácidos graxos e fosfolipídeos de membrana, aminoácidos, hormônios esteroides, vitamina A e D e neurotransmissores. A sua deficiência é bastante rara, mas tem como sintomas irritabilidade, inquietação, apatia, distúrbios de sono, sintomas neurobiológicos, náusea, vômito e hipoglicemia.(Otten et al., 2006; Huskisson et al., 2007).

O ácido fólico (encontrado em suplementos ou alimentos fortificados) ou folato (como é denominda a forma naturalmente encontrada nos alimentos) ou vitamin B9 funciona como coenzima no metabolismo de ácidos nucleicos e aminoácidos, além de ser essencial para vias metabólicas envolvidas no crescimento, na replicação e na sobrevivência de células. A ingestão inadequada dessa vitamina gera redução na concentração de folato dos eritrócitos, aumento na concentração de homocisteína e, consequentemente, gera modificações megaloblásticas na medula óssea e em outros tecidos em que há divisão celular rápida. Um dos principais resultados é a anemia macrocítica, com baixa contagem de eritrócitos graças ao prejuízo ao seu processo de maturação. (Otten et al., 2006).

Para completar o complexo B, temos a biotina que também atua como cofator do metabolismo de ácidos graxos, aminoácidos e participa da utilização das demais vitaminas do complexo B. Dermatites, conjuntivite, alopecia, e anormalidades do sistema nervoso central (depressão, letargia, alucinações e parestesia de extremidades) são os sintomas clássicos da deficiência de biotina. (Otten et al., 2006).

Vitamina C

É uma vitamina de natureza hidrossolúvel de múltiplas funções no organismo: atua como poderoso antioxidante (elevado poder redutor), facilita o transporte de ferro não heme pela mucosa intestinal, participa de síntese de cortisol, carnitina (transportadora de ácidos graxos de cadeia longa para a mitocôndria, possibilitando sua utilização como fonte de energia), catecolaminas, adrenalina e noradrenalina (Huskisson et al., 2007).

Importante também no metabolismo do colágeno, pois tem como função atuar como cofator de enzimas envolvidas na produção de colágeno, proteína fundamental à constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo, ou seja, responsável pela união, estabilização e fortalecimento de tecidos estruturais. Sua ação benéfica sobre o sistema imunológico, pela qual é muito reconhecida, está relacionada a sua capacidade antioxidante, o que lhe permite melhorar a funcionalidade dos leucócitos, por exemplo (Otten et al., 2006) . Sua deficiência, pode ser verificada entre indivíduos com ingestão muito reduzida de frutas e vegetais.

O escorbuto é a manifestação clássica dessa condição, caracterizado por sintomas relacionados a defeitos nos tecidos conjuntivos (hiperqueratose folicular e petéquias). (Otten et al., 2006).

Vitamina D

Os papeis clássicos dessa vitamina lipossolúvel no organismo humano estão relacionados à homeostase do metabolismo ósseo, já que interfere positivamente na absorção de cálcio e fósforo, além de atuar na manutenção do equilíbrio desses dois minerais (Cândido e Bressan, 2014; Hilger et al., 2014). Mais recentemente, porém, têm sido atribuídas novas funções à vitamina D, (Cândido e Bressan, 2014); e embora ainda seja um tema em estudo, a vitamina D tem sido envolvida na prevenção do desenvolvimento de diabetes tipo 2, obesidade e outras condições endócrinas e metabólicas, estando sua deficiência associada ao aumento do risco de câncer e doenças cardiovasculares (Hilger et al., 2014; Muscogiuri et al., 2014).

Vitamina E

Inserida no grupo das vitaminas lipossolúveis, a vitamina E, diferentemente da maioria dos micronutrientes, não parece desempenhar papeis específicos em vias metabólicas. Sua principal função está, portanto, relacionada ao seu potente efeito antioxidante, prevenindo as reações prejudiciais que podem ser causadas pelos radicais livres nas mais variadas estruturas corporais. Dessa forma, a vitamina E protege ácidos graxos poliinsaturados, como fosfolipídeos de membrana e lipoproteínas plasmáticas da oxidação (Otten et al., 2006). Sua deficiência é bastante rara, tanto que sintomas dessa condição em indivíduos saudáveis consumindo dietas pobres em vitamina E nunca foram descritos.

Os minerais são substâncias de origem inorgânica que fazem parte dos tecidos duros do organismo, como ossos e dentes. E também dos tecidos moles, como músculos, células sanguíneas e sistema nervoso. Possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio acidobásico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco e atividade metabólica.

Abaixo separamos alguns minerais importantes que devem estar presentes na sua alimentação e que estão em Bion®3:

Cálcio: participação na formação e manutenção da estrutura adequada de ossos e dentes.

Fósforo: papel importante também nos ossos e dentes, além disso desempenha a função de manter o pH corporal adequado.

Magnésio: participa de mais de 300 reações enzimáticas, importantes para o funcionamento de forma equilibrada das funções do organismo.

Ferro: importante no transporte de oxigênio pelo organismo, uma das funções vitais para o funcionamento de células e tecidos.

Zinco: participa de diversas funções no organismo, desde hormonais até estruturais.

Manganês: relacionado ao metabolismo de carboidratos e colesterol.

Selênio: possui ação antioxidante e auxilia na melhora da função imune.

1. Paineau et al. Effects of seven potential probiotic strains on specific immune responses in healthy adults: a doubleblind, randomized, controlled trial. FEMS Immunology & Medical Microbiology 2008 53: 107-113.

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5. Singh PK, Chopra K, Kuhad A, Kaur IP. Role of Lactobacillus acidophilus loaded floating beads in chronic fatigue syndrome: behavioral and biochemical evidences. Neurogastroenterol Motil. 2012 Apr;24(4):366-e170.

6.Otten JJ, Hellwig JP, Meyers LD (editors). Dietary Reference Intakes: The Essential Guide to Nutrient Requirements.Washington, DC: The National Acade- mies Press; 2006.

7. Chasapis CT, Loutsidou AC, Spiliopoulou CA, Stefanidou ME. Zinc and human health: an update. Arch Toxicol. 2012 Apr;86(4):521-34

8. Huskisson E, Maggini S, Ruf M. The role of vitamins and minerals in energy metabolism and well-being. J Int Med Res. 2007 May-Jun;35(3):277-89.

9. Hilger J, Friedel A, Herr R, Rausch T, Roos F, Wahl DA, Pierroz DD, Weber P, Hoffmann K. A systematic review of vitamin D status in populations worldwide. Br J Nutr. 2014 Jan 14;111(1):23-45.

10. Muscogiuri G, Mitri J, Mathieu C, Badenho- op K, Tamer G, Orio F, Mezza T, Vieth R, Colao AA, Pittas A. Vitamin D as a potential contributor in endocrine health and disease. Eur J Endocrinol. 2014 May 28.

11. Inserra PF, Ardestani SK, Watson RR. Antioxidants and Immune Function. In: Garewal HS, editor. Antioxidants and Disease Prevention. New York: CRC Press, 1997: 19-29.

12. Diplock, A: Antioxidant nutrients and disease prevention: an overview. Am J Clin Nutr. 53: 189S-93S, 1991.

13. Pedrosa, C A V da S. "Iodo, tiróide e insuficiência cardíaca." (1998).

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